Nem todas as relações nos fazem crescer. Aprender a distinguir as que nos nutrem das que nos esgotam é um ato de autoconhecimento fundamental.
As relações são uma das fontes mais ricas de bem-estar — e também de sofrimento. São o contexto onde nos desenvolvemos, onde nos ferimos e onde nos curamos.
O que é uma relação que nos constrói?
Uma relação saudável não é uma relação sem conflito. É uma relação onde o conflito pode ser resolvido. Onde nos sentimos seguros para ser vulneráveis. Onde o outro nos vê — não como queremos que sejamos, mas como somos.
Nestas relações, voltamos para casa com mais energia do que saímos.
O que é uma relação que nos desgasta?
São as relações onde saímos sempre a sentir que demos demasiado e recebemos pouco. Onde nos sentimos julgados, diminuídos, ou constantemente responsáveis pelo humor do outro.
Não são necessariamente relações com pessoas más. São muitas vezes relações com padrões disfuncionais que nenhum dos dois sabe ainda como mudar.
O que fazer?
Primeiro: reconhecer o padrão. Depois: decidir se há vontade (e condições) para o mudar — em conjunto.
Algumas relações transformam-se. Outras chegam ao fim. E às vezes o fim de uma relação é também um ato de cuidado — por ambos.
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