Theodore Roosevelt disse que "a comparação é o ladrão da alegria". Décadas depois, as redes sociais tornaram este roubo mais sofisticado do que nunca.
Comparamo-nos constantemente. Com os colegas, com os amigos, com desconhecidos nas redes sociais que parecem ter a vida perfeita.
E saímos sempre a perder — porque estamos a comparar o nosso interior com o exterior dos outros.
A comparação assimétrica
Quando nos comparamos com os outros, temos acesso a tudo o que sentimos — as inseguranças, as dúvidas, os fracassos. Sobre os outros, vemos apenas o que mostram.
É uma comparação profundamente injusta. E mesmo assim, fazemo-la dezenas de vezes por dia.
O que está por baixo da comparação?
A comparação frequente é muitas vezes sintoma de algo mais profundo: insegurança, falta de identidade consolidada, necessidade de validação externa.
Perguntar "por que me comparo tanto?" pode ser mais útil do que tentar parar de o fazer.
Voltar ao próprio caminho
A alternativa à comparação não é a indiferença ao que os outros fazem. É a curiosidade genuína pelo próprio caminho.
O que é que eu quero? Quem quero ser? O que me faz sentir vivo?
Essas perguntas são muito mais produtivas do que qualquer comparação.
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